Ela encostou-se nua ao muro da varanda para ver a noite.
Ele abraçou-a por trás e berrou para a cidade Olha a mulher bonita que eu tenho! Ela riu-se. Debruçou-se mais provocando-o com o corpo dobrado encostado ao corpo dele.
Ele circundou-lhe a barriga com os braços e lançou-se à carne dela com toda a vontade que tinha. Os encontrões dos corpos faziam-na debruçar-se cada vez mais na varanda e como tinha cada vez menos força deixou cair os braços para o lado de fora, e depois a cabeça e depois ergueu os pés para compensar a altura dele e encaixarem melhor e depois deixou de o sentir e ele só a viu desaparecer na escuridão dos jardinzinhos dos vizinhos do rés do chão.
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