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É sulco na pele do silêncio
essa humidade de boca fresca enrolada na constelação,
ferida aberta em sangue na espessura
dos corpos que se aspiram
É noite insustentável
e por entre ela
o regaço de uns olhos verdes
verdes
impossíveis
escrito a quatro mãos por Clementina e por um meio homem
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